Estudo indica que renda média em Alpinópolis é de R$606

Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) identificou quais são as cidades com a maior concentração de renda no Brasil. De acordo com o levantamento, Alpinópolis possui uma renda média de R$606,12 o que a coloca na 1.676ª colocação entre os 5.570 municípios brasileiros e na 12ª posição entre 21 cidades aferidas na região.

O tabelamento foi elaborado pelo economista Marcelo Neri com base nos dados de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2018, recém-gerados pela Receita Federal. O estudo estabeleceu qual era a proporção de declarantes em relação à população total de cada cidade e obteve a renda média a partir da divisão do valor declarado pelo número de pessoas que habita cada município.

Os resultados apontam que apenas 10,11% da população alpinopolense é declarante e a cidade possui —além da renda média de R$606— um patrimônio médio de R$16.548. Já a renda declarada no município é equivalente a R$5.993 e o patrimônio declarado gira em torno dos R$163.612.

Entre 21 localidades analisadas no Sudoeste de Minas, Alpinópolis fica com a 12ª posição no quesito principal (renda média), ficando atrás de São Sebastião do Paraíso (R$1.189), Passos (R$1.031), São José da Barra (R$935), Capitólio (R$828), Ibiraci (R$805), Boa Esperança (R$789), Cássia (R$772), Itaú de Minas (R$739), Claraval (R$665), Pratápolis (R$658) e Carmo do Rio Claro (R$650).

Em seguida, com renda média menor que Alpinópolis, aparecem São Tomás de Aquino (R$549), São Pedro da União (R$537), Bom Jesus da Penha (R$503), São João Batista do Glória (R$485), Delfinópolis (R$467), Jacuí (R$452), Nova Resende (R$417), Fortaleza de Minas (R$341) e Guapé (R$314).

Segundo a FGV, os dados do Imposto de Renda gerados pela Receita Federal permitem captar a renda de diferentes segmentos da população com mais propriedade que os dados de pesquisas domiciliares tradicionalmente usados em estudos sobre pobreza e desigualdade no Brasil.

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