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Celebração em Alpinópolis marca os 16 anos da morte de José Iglair

José Iglair Lopes - Alpinópolis

Acontece na igreja de São Vicente, às 18h deste domingo (22), uma missa em memória do historiador alpinopolense José Iglair Lopes, morto em 2002. A celebração será realizada em conjunto pelo padre Donizetti de Brito, pároco local, e o diácono Dimas Ferreira Lopes, filho do homenageado. Na oportunidade será lembrada a data de falecimento do idealizador do Monte das Oliveiras e autor do livro ‘História de Alpinópolis’.

História do abastecimento de água em Alpinópolis

Antiga Caixa D'Água de Alpinópolis, localizada no bairro Rosário. Foto: Alexandre Cardoso

Antiga Caixa D’Água de Alpinópolis localizada no bairro Rosário.
Foto: Alexandre Cardoso

Na atualidade a cidade de Alpinópolis conta com, praticamente, 100% dos domicílios e pontos comerciais/industriais abastecidos por água encanada. De acordo com o Sistema de Informação da Atenção Básica do Ministério da Saúde (Siab) 83,9% da população alpinopolense é servida pela rede pública de abastecimento (cerca de 4.798 famílias), 16% por poço ou nascente (cerca de 915 famílias, a grande maioria residente na zona rural) e 0,1% por outras fontes (cerca de 3 famílias). O município firmou convênio com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), no ano de 1982, logo após o prefeito Osvaldo Américo dos Reis sancionar a Lei Municipal nº 884, que concedeu à autarquia a exploração do atendimento de abastecimento urbano de água. A implantação definitiva dos serviços se deu no mandato seguinte, quando Alberto Gonçalves Freire chefiava o Executivo, e o município passou a ser, de fato, atendido pela concessionária. O antigo sonho de trazer a água tratada para Alpinópolis foi então realizado.

Maestro Geraldo Aprígio – um alpinopolense da música

maestro_geraldo_aprigioNasce em Alpinópolis, aos 18 de agosto de 1912, um artista da música: Geraldo Aprígio de Paula. Casou-se com dona Maria José Bonfim e estudou música na escola de Aureliano Ferreira Lopes (Seu Laninho). Certo é que, lá, o prazo que os alunos tinham para aprender a lição era de uma semana, mas o Seu Geraldo, no fim da aula, já conseguia solfejar a sua partitura, despontando-se entre os demais mostrando talento e intimidade com as notas musicais, enquanto o professor tudo observava e reconhecia. Chegado o dia da primeira aula com instrumentos, Seu Laninho foi-lhe logo colocando nas mãos o bombardino, instrumento musical dos grandes mestres.