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Falta de vacinas em Alpinópolis preocupa Departamento de Saúde

Sala de Vacina - UBS CentroA questão do abastecimento deficiente de vacinas representa, atualmente, uma real preocupação para o setor de imunização do Departamento de Saúde da Prefeitura Municipal. Desde o ano passado o município de Alpinópolis sofre com a irregularidade no fornecimento dos imunobiológicos o que acaba por comprometer o adequado atendimento da população local. O problema se estende por todo o país e o Ministério da Saúde, apesar de admitir que a distribuição do produto vem passando por um período crítico, anuncia que providências estão sendo tomadas.

Irregularidade na Saúde pode fazer Alpinópolis perder repasses do governo

 

Departamento Municipal de Saúde AlpinópolisA Prefeitura de Alpinópolis não cumpriu o prazo de envio do orçamento em saúde para o Governo Federal e, como consequência, pode ser penalizada com a perda de repasses de recursos da União. Os relatórios sobre a aplicação na área deveriam ter sido encaminhados para o Ministério da Saúde até o dia 30 de janeiro, entretanto, segundo consta no SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde), os dados relativos ao último período de 2015 não foram transmitidos. Caso a administração não regularize a situação poderá ocorrer a suspensão das transferências constitucionais federais para a prefeitura. No ano passado 118 municípios mineiros tiveram as verbas suspensas em função da falta do envio destes dados.

Mães reclamam do atendimento na pediatria da Prefeitura de Alpinópolis

Ambulatório José BrasileiroMoradora de Alpinópolis se diz revoltada com o atendimento médico e as péssimas condições dos locais onde as pessoas cadastradas na Saúde Pública do município são recebidas. O relato é de uma mãe que na semana passada procurou o posto de saúde mantido pela Prefeitura Municipal. “Estive na tarde desse dia 11 de novembro no novo local de atendimento para a pediatria e fiquei até assustada. Depois que fechou a Casa da Vacina e Pediatria, no mês passado, todos os atendimentos foram transferidos para o ambulatório José Brasileiro e este lugar não é adequado como o anterior, que era exclusivo para as crianças. A minha espera para ser atendida foi mais de duas horas e meia com um bebê de colo. Havia mais de 30 mães com seus filhos esperando atendimento e todas, sem exceção, criticavam o novo padrão de serviço adotado pela Prefeitura Municipal. O local não é arejado e não há sequer um ventilador, deixando mães e crianças suando em bicas. Além da superlotação que obrigava muitas pessoas a esperarem de pé porque não tinha banco para todos se sentarem. O ambulatório visivelmente não comportava tanta gente e estava com o piso estragado, colocando em risco quem transitava no local por conta do desnível. Nós que somos mães e dependentes do sistema de saúde pública para nossos filhos, classificamos essas mudanças como um retrocesso na saúde municipal”, descreveu.