Segundo IBGE, nomes ‘Maria’ e ‘José’ são os mais comuns em Alpinópolis

nomes_mais_populares_do_brasil

Os nomes ‘Maria’ e ‘José’ são os mais populares em Alpinópolis, segundo dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base no Censo Demográfico 2010. ‘Maria’, com 1.579 pessoas, e ‘José’, com 796, são os recordistas na cidade ocupando, respectivamente, os 1º e 2º lugares. Por certo não é uma coincidência que o casal mais emblemático do catolicismo esteja tão bem representado em uma cidade como Alpinópolis, que conta com aproximadamente 89% de católicos.

O levantamento, feito em todo o Brasil, também aponta os nomes mais frequentes até 1929 e por década de nascimento a partir de 1930, possibilitando identificar nomes que entraram e saíram de moda e aqueles que aparecem de maneira mais constante.

De acordo com o estudo do IBGE, seguem como preferidos em Alpinópolis, em todos os anos, os seguintes nomes: 1º) Maria (1.579 pessoas), 2º) José (796), 3º) João (458), 4º) Ana (454), 5º) Antônio (379), 6º) Sebastião (183), 7º) Pedro (182), 8º) Paulo (165), 9º) Geraldo (157), 10º) Carlos (136), 11º) Marcos (123), 12º) Francisco (115), 13º) Lucas (114), 14º) Luiz (109) e 15º) Luís (101).

O levantamento por décadas também mostra a ascensão e descenso do uso de alguns nomes. ‘Maria’, por exemplo, sendo o mais comum em Alpinópolis, teve na cidade seu pico de popularidade nas décadas de 50/60, apresentou uma queda nos anos 80/90 e voltou a todo vapor a partir de 2000. O nome ‘José’, 2º no ranking alpinopolense, também teve seu auge registrado nos anos 50/60 e diminuiu nos 80/90, porém não teve recuperação relevante nos anos 2000.

Já ‘João’, 3º colocado, foi largamente usado em épocas distintas, sendo nas décadas de 1950 e de 2000, e teve menor uso nos anos 70. Variação idêntica ocorreu com o nome ‘Ana’, 4º no ranking.

Nomes que ganharam popularidade nos anos 90 em Alpinópolis foram ‘Carlos’, ‘Paulo’, ‘Luiz’ e ‘Marcos’. ‘Sebastião’, o 6º colocado no ranking local, foi bastante usado nos anos 50/60 em virtude de ser o nome do padroeiro da cidade, porém seu uso passou a cair gradualmente a partir da década de 70. Detalhe curioso é que muitas pessoas que levam esse nome são nascidas em 20 de janeiro, data em que se comemora o dia deste santo católico.

O projeto “Nomes no Brasil” tem por base as listas de moradores dos domicílios em 31 de julho de 2010, data de referência do Censo 2010. O IBGE registrou o primeiro nome e o último sobrenome de todos os moradores do domicílio. Quando havia mais de um morador com primeiro e último nomes iguais eram registrados os outros nomes que permitissem distingui-los.




SOBRE OS COMENTÁRIOS

Este é um espaço de diálogo e troca de conhecimentos que estimula a diversidade e a pluralidade de ideias e de pontos de vista. Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem a intolerância ou o crime.

Os comentários devem ser pertinentes ao tema da matéria e aos debates que naturalmente surgirem. Mensagens que não atendam a essas normas serão deletadas - e os comentaristas que habitualmente as transgredirem poderão ter interrompido seu acesso a este fórum.



Importante: Os editores não farão aviso prévio em relação a exclusão ou não aprovação de comentários.