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O Plano de Governo e os candidatos a prefeito de Alpinópolis

EDITORIALO foco de todo candidato a prefeito de Alpinópolis deveria ser, pelo menos em tese, o atendimento das necessidades da população. Melhorar a qualidade de vida dos munícipes requer a implantação de medidas estratégicas que, inquestionavelmente, devem estar inseridas em uma programação que conte com propostas coerentes, integradas e viabilizadas por meio de políticas públicas realistas para o contexto da cidade. Esse planejamento estratégico passou a ser exigido legalmente e precisa ser registrado na Justiça Eleitoral com o nome de “Plano de Governo”.

Banalização da violência em Alpinópolis

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Uma das últimas tragédias alpinopolenses fechou sua conta macabra com o recente falecimento de Rafael Clímaco dos Passos, vítima da chacina ocorrida no feriado de 20 de janeiro, dia de São Sebastião. Mais uma vez Alpinópolis estampa negativamente as capas de jornais e ganha lugar nos principais noticiários radiofônicos, televisivos e eletrônicos da região. A população está entristecida e escandalizada.

ALPINÓPOLIS E SEU ORÇAMENTO PARA INGLÊS VER

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Assim como na sua casa, onde há que fazer um planejamento para o dinheiro que entre seja suficiente para pagar todas as despesas e garantir a sobrevivência de sua família, no âmbito administrativo municipal a Prefeitura de Alpinópolis deve fazer a mesma coisa e já se prepara para investir os recursos que prevê arrecadar em 2016. Para isso, depende de legislação autorizativa chamada de Lei Orçamentária Anual – LOA. A peça já foi aprovada pela Câmara Municipal e, neste documento, encontra-se definido o modus operandi para o prefeito “gastar” o dinheiro que entrará nos cofres públicos municipais. Pelo menos assim é que deveria ser. Mas infelizmente não é…

Liberdade de imprensa em Alpinópolis

EDITORIALA queda da censura, ainda durante o regime militar, e a garantia de liberdade de expressão contundentemente redigida na Constituição Federal de 88, são marcos fundamentais na redemocratização brasileira. Essas conquistas espinhosas custaram sacrifícios ao povo.

Há que entender a liberdade de imprensa como uma capacidade que tem o individuo de publicar e acessar informação (usualmente na forma de notícia), através de meios de comunicação em  massa, sem interferência do estado. Embora a liberdade de imprensa seja a ausência da influência estatal, ela pode ser garantida pelo governo através da legislação. Ao processo de repressão da manifestação dos pensamentos e ideias é que chamamos de censura. E ela, discretamente, vem dando sinais de que pode estar voltando e, aos poucos, começa a sufocar a livre expressão.

POLÍTICA E ESGOTO SE MISTURAM

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A administração municipal se esforça, e muito, para vender ao maior número de pessoas possível a ideia de que a implantação da autarquia municipal pré-denominada SASALP (Serviço Autônomo de Saneamento de Alpinópolis) é um negócio da China.  O grito vindo das bandas da prefeitura é um só: melhor pagar 60% (para a nova autarquia) do que 90% (para a COPASA) sobre o valor da conta de água. Segundo pregam, a primeira opção é uma grande vantagem e refutá-la soaria como um verdadeiro sacrilégio.

Em Alpinópolis há uma “política para a saúde” ou uma “política com a saúde”?

EDITORIALEm agosto comemorou-se o Dia Nacional da Saúde. Mas será que no Brasil, e notadamente aqui pelas bandas da cidade dos ventos, teríamos motivos para comemorar? A realidade do cidadão, que paga altíssimos impostos para receber um serviço de qualidade, nos diz que não. E não é por falta de dinheiro, pois basta uma rápida olhadela na Lei Orçamentária do Município de Alpinópolis para ver que há uma previsão de gastos de quase R$ 11 milhões para o setor em 2014. É para essa pasta que está destinado o maior montante de recursos dentro da Prefeitura de Alpinópolis, quase 30% de tudo que entra nos cofres públicos daqui. Então fica fácil perceber que o sistema de saúde no município carece mais de eficiência do que de verbas, ou seja, o problema tem mais a ver com desorganização, ineficiência e politicagem do que com falta de dinheiro. É triste encarar a realidade de que por aqui, como em muitas outras cidades brasileiras, existe uma “política com a saúde” e não uma “política para a saúde”.

Ventania e as eleições em tempos de redes sociais

EDITORIALA interferência do mundo virtual na vida política é algo que não se pode mais negar. Depois que protestos organizados pelas redes sociais levaram os brasileiros às ruas no ano passado para exigir serviços públicos “padrão FIFA” do governo, os políticos mais astutos se viram obrigados a rever suas estratégias de comunicação na internet. O que não falta é candidato criando página oficial, turbinando suas redes sociais e até contratando assessores de comunicação para alinhar suas investidas à linguagem dos internautas. Às vésperas de uma campanha eleitoral, atingir o público de forma massiva, interativa e eficiente é fundamental.

Alpinópolis… Uma cidade à mercê do crime?

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Já foi o tempo em que a violência era característica apenas das grandes cidades do país. Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que a taxa de homicídios em pequenos municípios cresceu 52,2% nos últimos 10 anos. Enquanto isso, em sentido contrário, nas grandes cidades houve uma queda de 26,9% nos índices de assassinatos. Nas cidades médias, cujas populações variam entre 100 e 500 mil habitantes, a taxa cresceu 7,6%. Fato é que já não é necessário consultar pesquisas de institutos especializados para perceber isso, haja vista que a realidade tem se jogado nua e crua em nossa frente. Aqui em Alpinópolis, por exemplo, apenas nos primeiros sete meses de 2014 foram registrados cinco casos de homicídio, o que dá uma média de um assassinato a cada 42 dias. Isso sem contar os demais crimes violentos como assaltos a mão armada, espancamentos e estupros.

A violência em Alpinópolis

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