SITUAÇÃO DO DEPÓSITO DE LIXO DE ALPINÓPOLIS

 

Depósito de lixo municipal precisa ser regularizado segundo a Lei 12.305/2010

Depósito de Lixo Municipal precisa ser regularizado segundo a Lei 12.305/2010

O prazo para que os municípios acabem com os depósitos de lixo irregulares e passem a armazenar os resíduos sólidos em aterros sanitários terminou no início do mês de agosto, mas até agora menos da metade das cidades brasileiras conta com esta destinação adequada. O governo federal não pretende prorrogar o prazo, mas de acordo com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, uma ampliação pode ser discutida no Congresso Nacional. 

Prefeitura entrará em financiamento de R$ 1 milhão e 500 mil

Pá-carregadeira e ônibus adquiridos por meio de financiamento   de R$ 1 milhão e 800 mil, feito junto ao BDMG em 2013. Foto: Divulgação PMA

Pá-carregadeira e ônibus adquiridos por meio de financiamento
de R$ 1 milhão e 800 mil, feito junto ao BDMG em 2013.
Foto: Divulgação PMA

Foi aprovado pela Câmara Municipal de Alpinópolis o PL nº 20 de 05 de agosto de 2014, de autoria do prefeito Julio Cesar Bueno da Silva, o Julio Batatinha (PTB), que autoriza a prefeitura financiar junto à Caixa Econômica Federal até o montante de R$ 1 milhão e 500 mil.

UM ALPINOPOLENSE NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

tezinho_ministeriosaude

José Rodrigues Freire Filho, o Tezinho, provavelmente é o alpinopolense com maior e mais aprofundado conhecimento em gestão pública na área da saúde que já atuou em nossa cidade. Trabalhou no Departamento de Saúde da Prefeitura de Alpinópolis entre os anos de 2005 e 2013 e, atualmente, ocupa o cargo de consultor técnico no Ministério da Saúde, atuando dentro do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES), setor responsável pela definição e desenvolvimento de políticas relacionadas à formação de pessoal da saúde, tanto no nível superior como no nível técnico-profissional.

O COMÉRCIO DOS VOTOS EM ALPINÓPOLIS

voto comprado ventania

Os primeiros prefeitos alpinopolenses não foram eleitos pelo povo e sim nomeados. Isso porque a emancipação se deu durante a Ditadura Vargas, época em que os mandatários municipais eram indicados por interventores federais ou governadores estaduais. A primeira eleição por aqui foi realizada no dia 23 de novembro de 1947, com chapa única, por meio de um acordo político que elegeu como prefeito o Dr. Luiz Introncaso Filho (PTB) e como vice Horácio Pereira Damásio (UDN). Devido a divergências administrativas, cerca de três meses depois, o novo prefeito renuncia e assume o vice. Esse imbróglio causa uma reviravolta no cenário eleitoral alpinopolense e propicia a formação de duas representações partidárias fortes: o Bloco do PSD e o Bloco da UDN, que ficaram conhecidas respectivamente como PIMENTA e JILÓ e, por incrível que pareça, permanecem vivas até hoje. Desde então esses dois blocos políticos se alternam no comando da cidade e fazem o que podem (e o que não podem) para tomar ou manter o poder.

Em Alpinópolis há uma “política para a saúde” ou uma “política com a saúde”?

EDITORIALEm agosto comemorou-se o Dia Nacional da Saúde. Mas será que no Brasil, e notadamente aqui pelas bandas da cidade dos ventos, teríamos motivos para comemorar? A realidade do cidadão, que paga altíssimos impostos para receber um serviço de qualidade, nos diz que não. E não é por falta de dinheiro, pois basta uma rápida olhadela na Lei Orçamentária do Município de Alpinópolis para ver que há uma previsão de gastos de quase R$ 11 milhões para o setor em 2014. É para essa pasta que está destinado o maior montante de recursos dentro da Prefeitura de Alpinópolis, quase 30% de tudo que entra nos cofres públicos daqui. Então fica fácil perceber que o sistema de saúde no município carece mais de eficiência do que de verbas, ou seja, o problema tem mais a ver com desorganização, ineficiência e politicagem do que com falta de dinheiro. É triste encarar a realidade de que por aqui, como em muitas outras cidades brasileiras, existe uma “política com a saúde” e não uma “política para a saúde”.

Atendimento precário no serviço de ultrassom

 

Usuários reclama das acomodações precárias e equipamento ultrapassado

Usuários reclamam das acomodações precárias e do equipamento ultrapassado para exames

Um usuário do sistema de saúde municipal enviou reclamação referente à inadequação das dependências utilizadas para a realização de exames de ultrassonografia disponibilizadas pela Prefeitura de Alpinópolis. Segundo o reclamante o local é impróprio para receber os pacientes, pois não conta com as condições mínimas como existência de banheiros e de assentos apropriados para a espera. Há também outros problemas mais sérios como a dificuldade de acesso para cadeirantes e acamados e a presença de mofo no local onde são feitos os procedimentos. Outra crítica foi em relação ao aparelho atualmente utilizado para a realização do exame de ultrassom, que seria muito antigo e ultrapassado.

Crimes violentos cometidos em Alpinópolis já tem sentença proferida

Capa (compra de votos)Em tempos trevosos em que a criminalidade assusta a população de Alpinópolis, a notícia de que crimes violentos cometidos em passado recente na cidade já foram sentenciados pelo Poder Judiciário assoma como um fio de esperança na vinda de tempos melhores. O representante do Judiciário na Comarca de Alpinópolis, Dr. Cesar Rodrigo Iotti, proferiu recentemente sentenças para três crimes que abalaram a cidade.

Prefeitura de Alpinópolis é acusada de cometer crime ambiental

Intervenção feita em Área de Preservação Permanente pela Prefeitura de Alpinópolis foi alvo de denúncia.

Intervenção feita em Área de Preservação Permanente (APP) pela Prefeitura Municipal de Alpinópolis foi objeto de denúncia.

A Polícia Militar do Meio Ambiente registrou, no início do mês de julho, uma denuncia de suposto crime ambiental cometido pela Prefeitura Municipal de Alpinópolis e pelo produtor rural José Segundo da Costa, proprietário do sítio Morro Cavado, localizado na zona rural de Alpinópolis. De acordo com o Boletim de Ocorrências uma APP (Área de Preservação Permanente) sofreu intervenção irregular pelas máquinas da Prefeitura de Alpinópolis, a pedido do dono das terras, suprimindo vegetação rasteira nativa e árvores frutíferas.

História do abastecimento de água em Alpinópolis

Antiga Caixa D'Água de Alpinópolis, localizada no bairro Rosário. Foto: Alexandre Cardoso

Antiga Caixa D’Água de Alpinópolis localizada no bairro Rosário.
Foto: Alexandre Cardoso

Na atualidade a cidade de Alpinópolis conta com, praticamente, 100% dos domicílios e pontos comerciais/industriais abastecidos por água encanada. De acordo com o Sistema de Informação da Atenção Básica do Ministério da Saúde (SIAB) 83,9% da população alpinopolense é servida pela rede pública de abastecimento (cerca de 4798 famílias), 16% por poço ou nascente (cerca de 915 famílias, a grande maioria residente na zona rural) e 0,1% por outras fontes (cerca de três famílias). O município firmou convênio com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), no ano de 1982, logo após o prefeito Osvaldo Américo dos Reis sancionar a Lei nº 884 de 23 de março de 1982 que concedeu à autarquia a exploração do atendimento de abastecimento urbano de água. A implantação definitiva dos serviços se deu no mandato seguinte, quando Alberto Gonçalves Freire chefiava o Executivo Municipal, e o município passou a ser de fato atendido pela concessionária. O antigo sonho de trazer a água tratada para Alpinópolis foi então realizado.

Ventania e as eleições em tempos de redes sociais

EDITORIALA interferência do mundo virtual na vida política é algo que não se pode mais negar. Depois que protestos organizados pelas redes sociais levaram os brasileiros às ruas no ano passado para exigir serviços públicos “padrão FIFA” do governo, os políticos mais astutos se viram obrigados a rever suas estratégias de comunicação na internet. O que não falta é candidato criando página oficial, turbinando suas redes sociais e até contratando assessores de comunicação para alinhar suas investidas à linguagem dos internautas. Às vésperas de uma campanha eleitoral, atingir o público de forma massiva, interativa e eficiente é fundamental.